segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Embolia Gordurosa

Embolia Gordurosa

A embolia gordurosa geralmente origem em fraturas de ossos, longos como por exemplo em fraturas de fêmur e tibia ou da bacia, e nas ortroplastias do joelho e quadril. Como o rompimento de vasos, há místura da medula óssea com sangue, que é levado ao pulmão e, se o atravessar, chega ao cérebro, rim e coração, obstruindo vasos os capilares.
Geralmente o inicio e gradual, com hipóxia, sintomas neurológicos, febre, com petéqueias, que surgem, tipicamente, 12 a 36
horas apos a injúria. Normalmente, a embolia gasosa não causa danos aos orgãos atingidos, a menosque seja maciça. Em cerca de 1% dos casos de fraturas em ossos longos, e a embolia gasosa evolui para a sindrome da "embolia gordurosa" a qual afeta principalmente os pulmões e o cérebro, embora qualquer órgão ou estrutura do organismo possa ser afetado.






REFERÊNCIA
http://pt.wikipedia.org/wiki/embolia_gordurasa

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Embolia Pulmonar

Êmbolia Pulmonar

A embolia pulmonar é a obstrução súbita de uma artéria pulmonar, geralmente devidoa um coágulo sanguineo que viajou de uma veia da perna até o pulmão. Um coágulo que se forma em uma parte do corpo e viaja pela corrente sanguinea até outra parte chamada de êmbolo.





A êmbolia pulmonar é uma condição grave, que pode causar:
  • Dano permanente ao pulmão devido a falta de fluxo sanguineo no tecido pulmonar.
  • Baixos niveis de oxigênio no sangue.
  • Danos a outros orgãos do corpo por falta de oxigênio.
  • Se o coagulo for muito grande, ou se houver vários coágulos, êmbolia pulmonar pode causar morte.




Causas da êmbolia pulmonar:

De cada dez casos de embolia pulmonar, nove começamcomum coágulo nas veias, profundas da perna,  uma condição chamada de trombose venosa profunda. O coágulo é liberado da veia e viaja pela corrente sanguinea até os pulmões, onde pode bloquear uma artéria.

Coágulos nas pernas podem se formar quando o fluxo sanguineo é restringido e diminui
Isso pode acontece se a pessoa não se move por muito tempo ou quando:

  • Depois de algumas cirurgias.
  • Durante longas viagens de carro ou avião.
  • Se ficar na cama por um perido longo de tempo.
Outras formas de formação de coágulos são veias danificadas por cirurgias ou lesão.





Sinais e sintomas da embolia pulmonar.

Os sinais e sintomas da embolia pulmonar incluem perda de fôlego sem explicação
  • Dificuldade de respirar
  • Dor no peito
  • Tosse
  • Tosse com sangue
  • Arritimia ( batimento cardiaco rápido e irregular )
Em alguns casos, os únicos sinais e sintomas são aqueles relacionados á trombose venosa profunda, os quais incluem: inchaço da perna ou ao longo da veia na perna, dor ou sensibilidade na perna, sensação de calor na área da perna com inchaço ou sensibilidadena perna, sensação de calor na área da perna com inchaço ou sensibilidade e pele vermelha uo descolorada na perna afetada. Também é possível ter embolia pulmonar sem apresentar nem um sinal uo sintoma.







Tratamento da embolia pulmonar

Os objetivos principais do tratamento da embolia pulmonar são:
  • Impedir que o coagulo sanguineo cresça.
  • Impedir a formação de novos coágulos.
O tratamento pode incluir remédios para afinar o sangue e diminuir sua propensçao a coágulação. Se os sintomas ameaçaram a vida, o médico pode dar ao paciente remédios para dissolver o coágulo mais rápidamente. Em ocasiões raras, o médico pode usar cirurgia ou algum procedimento para remover o coágulo.




Referência:
http:/www.copacabanarunners.net/embolismo-pulmonar
Acessado em 20 de novembro de 2010 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

HEMOSTASIA / TROMBOSE

HEMOSTASIA

É resultado de uma serie de processos bem regulados que efetuam duas funções importantes.



  • Elas mântem o sangue num estado livre de coágulos nos vasos normais.






  • Elas são balanceadas para induzir um tampão hemostático rápido e localizado no local da lesão vascular.







  • TROMBOSE

    A trombose pode ser considerada uma ativação inapropriada dos processos hemostáticos normais, tal como formação de coágulo sanguineo ( trombo ) na vasculatura não lesionada ou oclusão trombótica  de um vaso após uma lesão relativamente pequena.
    Três infuências principais predispõem a formação do trombo, conhecida como triade de virchow.
    • Lesão endotelial
    • Turbulência do fluxo sanguineo
    • hipercoagulabilidade sanguinea. 

    obs: Tanto a hemostásia com a trombose são reguladas por três componentes gerais.
    1. A parede vascular
    2. As plaquetas
    3. Cascata de coagulação.

    referência
    Robbins & Cotran
    Patológia
    Bases patológicas das doenças.


    

    quarta-feira, 17 de novembro de 2010

    HEMORRAGIA/ HEMORRAGIA POR REXE/ HEMORRAGIA POR DIADEPESE

    HEMORRAGIA

    Hemorragia ou sangramento é a saida do sangue do espaço vascular para fora o compartimento extravascular ou para fora do organismo. Vista desse modo, a hemorragia pode ser interna ou externa e recebe nomes particulares segundo sua localização . Sangramento pode ocorrrer com ou sem solução de continuidade do vaso.



    HEMORRAGIA POR REXE

    É o sangramento que ocorre por ruptura da parede vascular ou do coração, com saida do sangue em jato. As principais causas são traumatismo, enfraquecimento da parede celular, que pode ocorrer por lesão do próprio vaso, ou nas suas adjacências, como na tuberculose que atingi a parede de vasos, na destruição de vasos no fundo de úlcera  péptica ou na invasão da parede vascular por neoplasias malignas. Aumento da pressão sanguinea, como acontece em crises hipertensivas.


    
    HEMORRAGIA POR DIADEPESE

    É a que se manifesta sem aperente solução de continuidade da parede do vaso e na qual as hemáceas saem de capilares ou vênulas individualmente entre as células endoteliais, com afrouxamento da membrana basal. Por isso mesmo , quase sempre não se encontra lesões vasculares á microscopia de luz. Ao exame ultra-estrutural, observam-se alterações nas células endoteliais ou na membrana basal. 

    É uma tendencia aumentada da hemorragia numa grande variedade de disfunções.
    • Sangramento excessivo
    • Fragilidade aumentada dos vasos
    • Deficiência das plaquetas
    • Transtorno da coagulação




    REFERÊNCIA:
    Robbins &  Cotran
    Bases Patológicas das doenças
    Patologia

    terça-feira, 16 de novembro de 2010

    HIPEREMIA E CONGESTÃO


    Os termos hiperemia e congestão, ambos indicam um local de volume sanguineo aumentado num tecido particula





    HIPEREMIA

    É processo ativo resultante do fluxo interno tecidual aumentado devido á dilatação arteriolar, como no músculo esqueletico durante o exercicio ou em locais de inflamação. O tecido afetado é avermelhado pelo congestionamento dos vasos com sangue oxigenado.

    CONGESTÃO

    É um processo passivo resultante do enfluxo deficiente de um tecido. Ela pode ocorrer sistematicamente, como na insuficiência cardiaca, ou pode ser local, resutante da obstrução venosa isolada. O tecido tem uma coloração vermelho- azulada (cianose), particrlamente quando a piora da congestão leva ao acúmulo de hemoglobina desoxigenada nos tecidos afetados.

    REFERÊNCIAS 

    ROBBINS E COTRAN
    PATOLOGIA
    BASES PATOLÓGICAS DAS DOENÇAS
    4º TRIAGEM

    sexta-feira, 29 de outubro de 2010

    CICATRIZAÇÃO

    É em geral, uma resposta tecidual a um ferimento comumente na pele aos processos inflamatórios nós orgãos internos ou necrose celular em orgãos incapazes de regeneração nesta definição abrangente também devem-se incluir condições como aterosclerose, considerada uma tentativa de cicatrização á lesão da parede arterial. A cicatrização consiste variavelmente em dois processos distintos: regeneração e deposição do tecido fibroso uo formação cicatricial. Os ferimentos superficiais, como um cutâneos que somente danificam o epitélio, podem cicatrizar por regeneração epitelial.


     Os ferimentos cutâneos incisionais e excisionais que danificam a derme cicatrizam através da formação de uma cicatriz de colágeno

    O ferimento começa a cicatrizar se o ferimento for profundo o corpo lança uma profunda camada de colágeno para o reparo do dano. 



    Referência 
    Robbins & Cotran
    Bases Patológicas das doenças.

    terça-feira, 26 de outubro de 2010

    REGENERAÇÃO

    A regeneração refere-se ao crescimento de células adultas e tecidos para substituir estruturas perdidas. Como exemplo o crecimento de um membro amputado de um anfibio. Nos mamiferos todos os órgãos e tecidos complexos raramente se regeneram após a cicatrização e o termo é aplicado em geral a certos processos como crescimento do figado e do rim após, respectivamente hepatectomia parcial e unilateral. Esses processos consistem em crescimento compensatorio em vez de regeneração verdadeira sem levar isso em consideração  o termo regeneração é bem estabelecido. Os tecidos com alta capacidade proliferativa, como o sistema hematopoético , os epitelios cutâneos e o gastrointestinal, renovam-se continualmente e podem regenerar- se após uma lesão enquanto as células-tronco desses tecidos não sofrem destruição.
      A regeneração requer uma arquitetura de tecido conjuntivo intacto